Dicas e Curiosidade.


1- Nenhum ingrediente seco, em culinária, deve ser utilizado sem antes ser peneirado.

2- O queijo parmesão pode ser aproveitado até o fim, mesmo quando duro e dificíl de ralar. Embrulhe ele  em um pano  molhado por 48 hs . No fim desse tempo raspe toda a superfície e verá como conseguira rala-lo com facilidade.

3- Tenha sempre uma panelinha separada para o cozimento dos ovos ele deixa as panelas manchadas, só ira sair se fervida com agua e limão . Para que os ovos não rachem durante o cozimento coloque vinagre na agua antes de leva-los ao fogo e deixe descansar por alguns minutos.

4- Não risque o mamão para amadurecer, pois, com a saída do leite, perdera grande parte da vitamina.

5- Para conservar o aroma e o sabor do café, guarde-o em vasilhas de louça ou vidro e nunca em lata.

 6- Boa medida para evitar que o creme de leite fresco talhe, ao ser adicionado a um molho quente, é juntar-lhe um pouquinho de farinha ou maisena.

7- Nada melhor para ajudar as claras a levantarem, ao serem batidas do que uma pitadinha de sal ou umas duas gotinhas de limão.

8- Uma pitada de sal é muito importante em todas as massas doces: bolos, tortas, pasteis e folhados, etc...

9- Quando estiver batendo suspiro, não deixe de juntar uma pitadinha de sal e, ainda, um pouco de suco de casca de limão. Os suspiros ficarão bem mais saborosos e crescidos. E, por favor, não se esqueça, forno bem brando é o indicado para assar esta deliciosa guloseima.

10- No caso de ter que cozinhar um ovo e ele estiver rachado, se preocupe passe sobre a fenda um pouco de suco de limão. Deixe secar e em seguida coloque o ovo, com muito cuidado, na vasilha com agua quente e uma pitada de sal.

11- Algumas gotas de limão colocadas no arroz, enquanto está sendo cozido, faz com que o mesmo fique muito mais soltinho e mais saboroso.

12- As claras, quando estão perfeitamente batidas, se desprendem da tigela como um bloco, deixando-a completamente limpa.

13- Para retirar as peles dos tomates basta mergulha-los, por uns cinco minutos, em agua fervente.

14- Se voce tem sobras de gemas, conserve-as em uma xicara ou uma tigelinha, totalmente cobertas com agua friltrada e na geladeira.

15- Se você juntar uma pitadinha de fermento em pó aos ovos batidos, como para omeletes, suflês e fritadas, terá, sem dúvidas, um rendimento melhor e maior.

16- Abacate, banana, maça e manga são frutas que se conservadas na geladeira, perdem muito doe seu sabor; portanto, só devem ir ao refrigerador pouco antes de serem servidas.

17- Para que o docê de banana fique brilhante e com uma bonita cor avemelhada, junte algumas gotinhas de limão antes de retira-lo do fogo.

18-Todas as vezes em que abrir uma lata de extrato de tomate, coloque-o em um pirex e cubra-o com azeite ou oleo. Por este processo, você terá extrato perfeito e saboroso por muito mais tempo.

19- Os vidros ficam limpos e transparentes se lavados com uma solução de agua e vinagre. Receita: 1 litro de agua, 1 colher, das de sopa, de vinagre.

20- A maça deve ser descascada e cortada com faca inoxidável, a fim de não escurecer. Com cascas de maça você poderá fazer um agradável chá calmante ou um saboroso suco.

Estás dicas eu aprendi com a Culinarista Maria Thereza Weiss, logo abaixo tem uma biografia da mesma.

Conversão de Medidas

Açúcar
 
1 xícara = 180 g
1/2 xícara = 90 g
1/3 xícara = 60 g
1/4 de xícara = 45
1 colher de sopa = 12 g

Chocolate em pó
 
1 xícara = 90 g
1/2 xícara = 45 g
1/3 xícara = 30 g
1/4  xícara = 20 g
1 colher de sopa  = 6 g


Líquidos (leite, água, bebidas alcóolicas,café, etc.)

 
1 xícara = 240 ml
1/2 xícara = 120 ml
1/3 xícara = 80 ml
1/4  xícara = 60 ml
1 colher de sopa = 15 ml
1 colher de chá  = 5 ml

 Manteiga, margarina e gordura vegetal

1 xícara = 200 g
1/2 xícara = 100 g
1/3 xícara = 65 g
1 colher de sopa = 15 g

Farinha de Trigo
 
1 xícara = 120 g
1/2 xícara = 60 g
1/3 xícara = 40 g
1/4 de xícara = 30 g
1 colher de sopa  = 7.5 g
 
ARROZ

1 xícara = 200 g
1/2 xícara = 100 g
1/4 xícara = 50 g

AMÊNDOAS, NOZES, CASTANHAS 

1 xícara = 140 g
1/2 xícara = 70 g
1/4 xícara = 35 g

Aveia

1 xícara = 80 g
1/2 xícara = 40 g
1 colher de sopa = 5 g
1 colher de chá = 1,5 g

COCO RALADO

1 xícara = 80 g
1/2 xícara = 40 g
1 colher de sopa = 5 g
1 colher de chá = 1,5 g
FARINHA DE MANDIOCA 

1 xicara = 150 g
1 colher de sopa = 9 g
1 colher de chá = 3 g
FARINHA DE ROSCA 

1 xícara = 80 g
1/2 xícara = 40 g
1 colher de sopa = 5 g
1 colher de chá = 1,5 g
FUBÁ

1 xícara = 120 g
1/2 xícara = 60 g
1 colher de sopa = 7,5 g
1 colher de chá = 2,5 g
AMIDO DE MILHO
1 xícara = 150 g
1/2 xícara = 75 g
1 colher de sopa = 9 g
1 colher de chá = 3 g
MEL

1 xícara = 300 g
1/2 xícara = 150 g
1 colher de sopa = 18 g
1 colher de chá = 6 g
POLVILHO

1 xícara = 150 g
1/2 xícara = 75 g
1 colher de sopa = 9 g
1 colher de chá = 3 g
QUEIJO RALADO 

1 xícara = 80 g
1/2 xícara = 40 g
1 colher de sopa = 5 g
1 colher de chá = 1,5 g
FERMENTO EM PÓ 

1 colher de chá (cheia) = 10 g


Culinarista Famosas


Maria Thereza Weiss
Nascida em 13 de junho de 1926, em São Paulo, passou parte de sua infância na fazenda que a família tinha em Jaú, interior. Ali, ficava horas vendo a avó materna cozinhar, captando o gosto e os primeiros segredos da arte com a qual se tornaria mestra e rainha. Em 1952, veio para o Rio, onde começou dando cursos de culinária em vários clubes e associações. No início de 1970, abriu um restaurante em Botafogo com seu nome. Além de pratos tradicionais, Maria Tereza fez releituras e criou muitas receitas que foram publicadas em seus livros.
Era ela mesma quem cozinhava até o fim da década de 90, quando encerrou sua atividade de “forno e fogão” para se dedicar aos livros e ao jornalismo. Sob a rubrica “Cozinha Deliciosa de Maria Thereza Weiss”, ela virou uma verdadeira grife de doces, salgados e sorvetes, e transformou seu restaurante na melhor referência gastronômica da cidade.
A dama da cozinha se consagrou como a primeira brasileira a escrever sobre culinária, muitas vezes representando o país mundialmente. Ativa, nos últimos anos de carreira se dedicou aos livros, “As Melhores Receitas de Maria Thereza Weiss”, “Trivial Fino” e “Delícias da Cozinha Deliciosa”. Suas receitas e dicas também foram presentes no jornal O Globo por 40 anos. Após aposentar-se, escreveu sua coluna, entre 1999 a no Periódico O Dia. Maria Thereza Weiss morreu aos 82 anos, a  cozinheira deixa uma bela herança para a gastronomia. Seus livros, artigos e dicas ensinam conhecimentos de uma vida inteira dedicada a culinária. Entre os admiradores de seus deliciosos pratos, Vinicius de Moraes, Carlos Lacerda, Jorge Amado, Pelé, Millôr Fernandes, Chico Anysio, Martinho da Vila, Tom Jobim, Jorge Amado, Elton John, Jacqueline Bisset, entre outras celebridades.
Fonte: Terra/ Globo Online
Equipe Malagueta
Ofélia Ramos Anunciato
Nascida no dia 27 de dezembro de 1924. Pioneira da televisão, estreou como culinarista na TV Santos (canal 5 de Santos), uma sub-estação da TV Paulista, também pertencente às Organizações Victor Costa, no dia 11 de fevereiro de 1958.
Passados seis meses, estava na TV Tupi de São Paulo, sob a direção de Abelardo Figueiredo. Com ele, tornava-se culinarista do primeiro programa feminino da televisão brasileira: “Revista Feminina”, apresentado por Maria Thereza Gregori. Ficou na Tupi até 1968, quando ela, o programa e toda a equipe se transferiu para a Rede Bandeirantes. No canal 13 paulistano acabou ganhando um programa próprio: “Cozinha Maravilhosa de Ofélia”, que apresentou por mais de trinta anos.
Antes de entrar para a televisão, Ofélia escrevia uma coluna sobre culinária no jornal Tribuna de Santos. O interesse pela cozinha começou cedo. Aos 8 anos, puxava um banquinho e se debruçava sobre o fogão da fazenda da família em Garça, interior de São Paulo. Fritava batatas, fazia bolos, inventava receitas. Aos poucos, os quitutes começaram a ser desejados por toda a família. Aos 20 anos, ela estava servindo um lanche ao avô do marido e a um amigo dele, que era dono da "Tribuna de Santos", quando recebeu o convite para escrever no jornal. A coluna ganhou o nome de "Um docinho para mamãe".
Escreveu 14 livros (todos publicados pela Editora Melhoramentos) nos quais ensina os segredos das cozinhas brasileira, portuguesa e italiana. Em 97, foi premiada com o Jabuti na categoria Produção Editorial, pelo livro "Ofélia, o Sabor do Brasil". Na feira do livro de Frankfurt, o livro foi considerado um dos 13 mais lindos do mundo.
Uma das figuras mais cativantes da televisão brasileira, com um público fiel, já chegou a receber cerca de 20 mil cartas por mês de fãs de todo o país, pedindo conselhos, receitas, sugestões para datas especiais ou simplesmente manifestando carinho. Querida pelo público - donas de casa, adultos e crianças - e estimada pelos seus companheiros de emissora, Ofélia sempre dividiu seu carinho entre os telespectadores e a família - a filha Beth, o genro Jorge e os netos Rodrigo e Juliana.
O segredo do sucesso das receitas de Ofélia sempre foi fundamentado nesta sua frase: "Na verdade, não há segredos na arte de cozinhar. Se você cozinha gostando de cozinhar, certamente será capaz de fazer um prato saboroso. E se tiver por perto alguém que goste de ensinar a cozinhar, como eu gosto, então não haverá nenhum problema".
Todos os grandes mestres da culinária no Brasil passaram pela "Cozinha Maravilhosa da Ofélia" (1968) como convidados: Luciano Boseggia (Fasano e Gero), Sergio Arno, Dona Lucinha, Alencar de Souza (Santo Colomba), Manuel Andrade (Andrade) e Mao Hun Tseng (Shian San) entre muitos outros.
Ofélia faleceu às 3 da manhã do dia 26 de outubro de 1998, no Hospital da Beneficência Portuguesa, onde esteve internada por quinze dias. O corpo foi velado na Câmara Municipal de São Paulo, no Auditório Prestes Maia. A culinarista foi enterrada no Cemitério Memorial de Santos, com a tristeza de todos.
Fonte:

Patrimônios pernambucanos: bolo de rolo e Souza Leão

Duas receitas que, de tão festejadas, viraram símbolo de Pernambuco. 

A fartura de doces à base de ovos e muito açúcar, misturado com frutas e ingredientes nativos, é parte da cultura gastronômica da região da Zona da Mata, em Pernambuco. Essas delícias eram tradição dos engenhos de produção de cana-de-açúcar, onde nasceram duas receitas muito caras à cultura pernambucana: bolo de rolo e bolo Souza Leão.No ambiente doméstico senhorial, era comum inventar bolos e batizá-los com o nome das famílias tradicionais do engenho de origem. Um dos mais conhecidos e aristocráticos, que extrapolou as fronteiras dos sobrenomes e se tornou popular entre os pernambucanos, é o Souza Leão, que, ao que consta, tem mais de 140 anos. Acredita-se que sua autoria se deve a dona Rita de Cássia Souza Leão Bezerra Cavalcanti, esposa do coronel Agostinho Bezerra da Silva Cavalcanti, proprietário do engenho São Bartolomeu, em Recife.
Seu preparo diz muito sobre o encontro de Brasil e Portugal: vai massa de mandioca fresca lavada e prensada, gemas em quantidade, leite de coco e calda de (muito) açúcar. Um de seus segredos é a massa fininha, peneirada até 10 vezes.
De tão venerado, não era permitido que o doce fosse servido em qualquer prato. A louça tinha que ser de porcelana ou cristal. Quem popularizou a receita foi Lígia de Souza Leão Maia, no caderno de receitas da família, publicado em 1996. Eu ganhei esse livro quando foi lançado e guardo ele com o maior carinho. Numa passagem, a autora diz: “a razão que me levou a juntar estas receitas foi a de preservar nossa tradição gastronômica para meus filhos e netos”. Bonito, não é?
Outro bolo muito apreciado pelos pernambucanos, que acabou caindo no gosto de todo o País, é o bolo de rolo. Hoje, muitos empórios do Brasil inteiro servem miniaturas dele para acompanhar o cafezinho. Nasceu de uma receita portuguesa, uma espécie de rocambole de amêndoas. O uso da goiabada para rechear tem a ver com o aproveitamento que se dava à grande diversidade de frutas brasileiras -- como caju, mamão, maracujá, abacaxi, e, principalmente, goiaba e coco --, que encanta o paladar dos brasileiros. Essas frutas substituíram as europeias nas receitas clássicas da doçaria dos conventos.
Tal foi a influência do açúcar em nossa história, que Gilberto Freyre diz, no livro Açúcar - uma sociologia do doce (Companhia das Letras), com receitas de bolos e doces do Nordeste do Brasil, que o ingrediente adoçou não só a boca, como a língua portuguesa. Gerou pregões como “quem a meu filho agrada, a minha boca adoça” e “fazer a boca doce a alguém”, no sentido de ameigar ou acariciar essa pessoa.
Enfim, o bolo Souza leão e o bolo de rolo são tão importantes para a cultura nordestina que foram considerados Patrimônios Imateriais de Pernambuco pelo Iphan – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Uma forma de manter viva a tradição dos doces senhoriais, valorizando o “saber fazer”, e de preservar as tradições alimentares.
Para contemplar os patrimônios pernambucanos e outras receitas tradicionais nordestinas, esse Estado foi um dos lugares para o qual eu viajei em pesquisa para fazer o livro Larousse da Cozinha Brasileira (Ed. Larousse), escrito em co-autoria com a historiadora Dolores Freixa. Em Olinda, César Santos, do restaurante Oficina do Sabor, produziu para a obra os bolos de rolo e Souza Leão. Em respeito aos costumes culinários locais, o chef procurou reproduzir fielmente ambas as receitas. Confira os resultados você mesmo na nossa pagina de receitas.
www.moussesdelicia.blogspot.com/receitas

Fonte : Site do Ig.




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